quinta-feira, 14 de junho de 2012

Médico do INSS reconhece que não é Deus

Médico do INSS reconhece que não é Deus

   

                        Vou contar aqui um caso veredicto trocando o nome dos personagens, para manter em sigilo o nome dos verdadeiros envolvidos:
    O Senhor Laurindo sofreu um acidente automobilístico machucando gravemente as duas pernas, passou vários meses no hospital. Quando recebeu alta foi para casa, imobilizado em maca. Então foram tentar aposentar seu Laurindo depois de várias idas e vindas ao médico do INSS, na cidade vizinha que era maior, pois médico do INSS em cidade pequena é sinal de prodígio e maravilha.
                                   Lá na cidade grande o Médico do INSS nem olhava para cara do paciente e já carimbava o papel e dava licença de seis meses. Nesse período de tempo a situação de seu Laurindo agravou-se e amputaram as duas pernas de seu Laurindo.
                                   Ora, julgando o médico ser ‘Deus’, acreditava que não precisa avaliar o paciente com detalhes, pois já sabia antecipadamente tudo o que o paciente sentia. Este médico ao contrário de poucos do INSS, fazia o diagnostico sem examinar o paciente apenas com um “OLHAR” que era mais penetrante do que o Raio –X. Neste caso não necessitava fazer alguns testes simples para verificar se seu Laurindo tinha ou não condição de andar.    
                                   O Médico do INSS achava que era Deus pelo fato de não precisar ouvir nem o paciente e nem seus familiares por achar que já sabia da verdade e sabia tudo, pois paciente e familiares mentem demais e almejam a aposentaria para virar “vagabundo” e viver a custas do governo sem precisar trabalhar.
                                   Como Deus, o Médico não precisa nem olha a cara do paciente e muito menos examinar o corpo. Pois seu Laurindo sempre aparecia com as “pernas” cobertas, e o médico dizia consigo mesmo: É o frio; dorme demais aquece o corpo e quando sai sente frio.
                                   Até que certo dia Lauro, filho de seu Laurindo inconformado com a situação do pai que não aposentava de jeito nenhum, resolveu levar o pai no lugar de Dona Firmina, sua mãe.
                        Depois de horas e horas de espera, por já que Médico de INSS é Deus o povo tem que esperar o Milagre, pois o tempo de Deus é um e o tempo do povão, a massa é outro, a menos que tenha dinheiro, ai é a diferença. O Verdadeiro Deus não faz ninguém esperar e nem faz acepção de pessoas. 
                                   Seu Laurindo é atendido pelo divino médico do INSS, e mais uma vez, como sempre o médico sapiente, pega um papel, rascunha, porque Deus escreve certo em linhas tortas, carimba e dá mais seis meses de licença para seu Laurindo sem ao menos examiná-lo.
Lauro pega o papel olha bem para o médico e diz:
-Doutor! O Senhor crer em Deus?
- Sim, responde o Médico
- Lauro retruca: Pensei que o senhor não acreditava em Deus, por se achar que era Deus.  O Meu pai teve as duas pernas amputadas há dois anos e o senhor não aposenta meu Pai, de3 certo a sua fé em Deus é maior do que a Minha...
 O Médico interrompe:
-Como?! O Seu pai não tem as duas pernas?
                                   Lauro levanta o coberto e aponta para o médico do INSS sinais da amputação, provando que seu pai infelizmente não contava mais com as pernas. E disse:
- Doutor, se ao menos o senhor examinasse meu pai, veria que o mesmo não tem mais condições nem de andar e nem trabalhar.
                                   Então o médico do INSS depois de ver tal coisa, se arrependeu de seus pecados, se converteu e aposentou o velho homem.  Ficou convencido que não era Deus e que fazer exames era uma atribuição sua, além do mais, não custa nada conversar com os pacientes, por mais que seja a fila.
                                   Alguns Médicos do INSS acham que conceder Aposentadoria para uma pessoa pobre é o mesmo que tirá-la do Inferno e colocá-la no céu, e todos os pobres que dependem do INSS são pecadores miseráveis.
Obs.: O Caso é Real, e estão sujeitos a acontecer nas repartições públicas.

                                   Vou contar aqui um caso veredicto trocando o nome dos personagens, para manter em sigilo o nome dos verdadeiros envolvidos:
                                   O Senhor Laurindo sofreu um acidente automobilístico machucando gravemente as duas pernas, passou vários meses no hospital. Quando recebeu alta foi para casa, imobilizado em maca. Então foram tentar aposentar seu Laurindo depois de várias idas e vindas ao médico do INSS, na cidade vizinha que era maior, pois médico do INSS em cidade pequena é sinal de prodígio e maravilha.
                                   Lá na cidade grande o Médico do INSS nem olhava para cara do paciente e já carimbava o papel e dava licença de seis meses. Nesse período de tempo a situação de seu Laurindo agravou-se e amputaram as duas pernas de seu Laurindo.
                                   Ora, julgando o médico ser ‘Deus’, acreditava que não precisa avaliar o paciente com detalhes, pois já sabia antecipadamente tudo o que o paciente sentia. Este médico ao contrário de poucos do INSS, fazia o diagnostico sem examinar o paciente apenas com um “OLHAR” que era mais penetrante do que o Raio –X. Neste caso não necessitava fazer alguns testes simples para verificar se seu Laurindo tinha ou não condição de andar.    
                                   O Médico do INSS achava que era Deus pelo fato de não precisar ouvir nem o paciente e nem seus familiares por achar que já sabia da verdade e sabia tudo, pois paciente e familiares mentem demais e almejam a aposentaria para virar “vagabundo” e viver a custas do governo sem precisar trabalhar.
                                   Como Deus, o Médico não precisa nem olha a cara do paciente e muito menos examinar o corpo. Pois seu Laurindo sempre aparecia com as “pernas” cobertas, e o médico dizia consigo mesmo: É o frio; dorme demais aquece o corpo e quando sai sente frio.
                                   Até que certo dia Lauro, filho de seu Laurindo inconformado com a situação do pai que não aposentava de jeito nenhum, resolveu levar o pai no lugar de Dona Firmina, sua mãe.
                        Depois de horas e horas de espera, por já que Médico de INSS é Deus o povo tem que esperar o Milagre, pois o tempo de Deus é um e o tempo do povão, a massa é outro, a menos que tenha dinheiro, ai é a diferença. O Verdadeiro Deus não faz ninguém esperar e nem faz acepção de pessoas. 
                                   Seu Laurindo é atendido pelo divino médico do INSS, e mais uma vez, como sempre o médico sapiente, pega um papel, rascunha, porque Deus escreve certo em linhas tortas, carimba e dá mais seis meses de licença para seu Laurindo sem ao menos examiná-lo.
Lauro pega o papel olha bem para o médico e diz:
-Doutor! O Senhor crer em Deus?
- Sim, responde o Médico
- Lauro retruca: Pensei que o senhor não acreditava em Deus, por se achar que era Deus.  O Meu pai teve as duas pernas amputadas há dois anos e o senhor não aposenta meu Pai, de3 certo a sua fé em Deus é maior do que a Minha...
 O Médico interrompe:
-Como?! O Seu pai não tem as duas pernas?
                                   Lauro levanta o coberto e aponta para o médico do INSS sinais da amputação, provando que seu pai infelizmente não contava mais com as pernas. E disse:
- Doutor, se ao menos o senhor examinasse meu pai, veria que o mesmo não tem mais condições nem de andar e nem trabalhar.
                                   Então o médico do INSS depois de ver tal coisa, se arrependeu de seus pecados, se converteu e aposentou o velho homem.  Ficou convencido que não era Deus e que fazer exames era uma atribuição sua, além do mais, não custa nada conversar com os pacientes, por mais que seja a fila.
                                   Alguns Médicos do INSS acham que conceder Aposentadoria para uma pessoa pobre é o mesmo que tirá-la do Inferno e colocá-la no céu, e todos os pobres que dependem do INSS são pecadores miseráveis.
Obs.: O Caso é Real, e estão sujeitos a acontecer nas repartições públicas.


                                   Vou contar aqui um caso veredicto trocando o nome dos personagens, para manter em sigilo o nome dos verdadeiros envolvidos:
                                   O Senhor Laurindo sofreu um acidente automobilístico machucando gravemente as duas pernas, passou vários meses no hospital. Quando recebeu alta foi para casa, imobilizado em maca. Então foram tentar aposentar seu Laurindo depois de várias idas e vindas ao médico do INSS, na cidade vizinha que era maior, pois médico do INSS em cidade pequena é sinal de prodígio e maravilha.
                                   Lá na cidade grande o Médico do INSS nem olhava para cara do paciente e já carimbava o papel e dava licença de seis meses. Nesse período de tempo a situação de seu Laurindo agravou-se e amputaram as duas pernas de seu Laurindo.
                                   Ora, julgando o médico ser ‘Deus’, acreditava que não precisa avaliar o paciente com detalhes, pois já sabia antecipadamente tudo o que o paciente sentia. Este médico ao contrário de poucos do INSS, fazia o diagnostico sem examinar o paciente apenas com um “OLHAR” que era mais penetrante do que o Raio –X. Neste caso não necessitava fazer alguns testes simples para verificar se seu Laurindo tinha ou não condição de andar.    
                                   O Médico do INSS achava que era Deus pelo fato de não precisar ouvir nem o paciente e nem seus familiares por achar que já sabia da verdade e sabia tudo, pois paciente e familiares mentem demais e almejam a aposentaria para virar “vagabundo” e viver a custas do governo sem precisar trabalhar.
                                   Como Deus, o Médico não precisa nem olha a cara do paciente e muito menos examinar o corpo. Pois seu Laurindo sempre aparecia com as “pernas” cobertas, e o médico dizia consigo mesmo: É o frio; dorme demais aquece o corpo e quando sai sente frio.
                                   Até que certo dia Lauro, filho de seu Laurindo inconformado com a situação do pai que não aposentava de jeito nenhum, resolveu levar o pai no lugar de Dona Firmina, sua mãe.
                        Depois de horas e horas de espera, por já que Médico de INSS é Deus o povo tem que esperar o Milagre, pois o tempo de Deus é um e o tempo do povão, a massa é outro, a menos que tenha dinheiro, ai é a diferença. O Verdadeiro Deus não faz ninguém esperar e nem faz acepção de pessoas. 
                                   Seu Laurindo é atendido pelo divino médico do INSS, e mais uma vez, como sempre o médico sapiente, pega um papel, rascunha, porque Deus escreve certo em linhas tortas, carimba e dá mais seis meses de licença para seu Laurindo sem ao menos examiná-lo.
Lauro pega o papel olha bem para o médico e diz:
-Doutor! O Senhor crer em Deus?
- Sim, responde o Médico
- Lauro retruca: Pensei que o senhor não acreditava em Deus, por se achar que era Deus.  O Meu pai teve as duas pernas amputadas há dois anos e o senhor não aposenta meu Pai, de3 certo a sua fé em Deus é maior do que a Minha...
 O Médico interrompe:
-Como?! O Seu pai não tem as duas pernas?
                                   Lauro levanta o coberto e aponta para o médico do INSS sinais da amputação, provando que seu pai infelizmente não contava mais com as pernas. E disse:
- Doutor, se ao menos o senhor examinasse meu pai, veria que o mesmo não tem mais condições nem de andar e nem trabalhar.
                                   Então o médico do INSS depois de ver tal coisa, se arrependeu de seus pecados, se converteu e aposentou o velho homem.  Ficou convencido que não era Deus e que fazer exames era uma atribuição sua, além do mais, não custa nada conversar com os pacientes, por mais que seja a fila.
                                   Alguns Médicos do INSS acham que conceder Aposentadoria para uma pessoa pobre é o mesmo que tirá-la do Inferno e colocá-la no céu, e todos os pobres que dependem do INSS são pecadores miseráveis.
Obs.: O Caso é Real, e estão sujeitos a acontecer nas repartições públicas.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Pendurado em penhasco, turista liga para a namorada antes de cair


Turista cai de penhasco após ligar para a namorada
Turista cai de penhasco após ligar para a namorada Foto: Reprodução / “Daily Mail”

Preso em um penhasco, um turista britânico conversou com a sua namorada pelo telefone, enquanto aguardava resgate, numa ilha grega. Três horas depois, uma rajada de vento arrastou Jake Simkins, de 42 anos, com seu paraquedas para a morte.
Jake Simkins despencou de penhasco na Grécia
Jake Simkins despencou de penhasco na Grécia Foto: Reprodução / "Daily Mail"
O britânico ficou preso, com o paraquedas emaranhado no penhasco, depois que o vento o arrastou para lá. Por telefone, ele disse para a namorada que não estava gravemente ferido, apenas com a perna machucada. Uma grega que estava por perto quando a mulher recebeu a ligação chamou o serviço de emergência, que não conseguiu chegar ao local do acidente.
Segundo o “Daily Mail”, ele falou para a amada, grávida de sete meses, manter a calma e até brincou dizendo que ela deveria sair para pegar um pouco de sol. Os namorados estavam esperando para se casar após o nascimento do filho.


fonte G1

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Dom José Lanza Neto

"Nosso pastor e grande evangelizador"




                           Após 116 anos de muitos fatos e história, Pirangi é lembrando pela primeira vez na cúpula da Igreja Católica do Brasil. É que um menino simples, alegre e cativante dessas bandas, que se tornou o primeiro padre nascido em Pirangi, agora é Bispo.

                              Dom José Lanza Neto nasceu no dia 31 de dezembro de 1952, no sítio Tabaraninha. Filho do casal Osvaldo Lanza e Palmira Bobato Lanza (já falecida), tem quatro irmãos: Genésio, Ivone, Alice e Ângelo. Todos residentes na cidade. 

Dom José Lanza Neto
 Após passar uma infância humilde, no tradicional bairro do Socavo na zona rural, Dom José Lanza Neto foi entregue aos 12 anos ao Padre Aquiles, que o levou para Jaboticabal. Lá estudou muito, preparando-se para ingressar no seminário de São Carlos, cursando filosofia, e posteriormente em São Paulo, onde terminou seus estudos cursando teologia.

 O menino entrou no seminário com as bênçãos do Padre Alberto, responsável pela instituição e amigo do Padre Aquiles. Ficou combinado que a família ajudaria no que puder. A pensão e os livros seriam custeados com a ajuda da população e da Igreja. O único pedido foi algumas peças de roupa, um lençol e uma coberta, colocados em um saco de açúcar porque a família não tinha mala. 

  Desde a infância, sua vocação já era latente, pois em suas brincadeiras de crianças, em seus desenhos, sempre incluía temas religiosos como igrejas, flores, santos e pessoas em procissão. Padre Lanza, como ficou conhecido carinhosamente pela população, sempre procurou conciliar o trabalho na terra, com o sonho de um dia, evangelizar pelo mundo. 

Todas as vezes que estava de férias do seminário voltava para casa a pé, de Pirangi até o bairro do Sovaco (cerca de 8 km). Quando avistava a casa da família começava a gritar de alegria. Todos na redondeza sabiam que o futuro padre estava entre eles. 

                               Dona Palmira chorava de alegria ao rever seu filho de volta à casa. Quando questionada sobre a vocação do menino, respondia: "Deixei ele ir com boa vontade e com o coração feliz. Esta é a vontade de Deus".

                            Nas férias o menino ajudava a família na lavoura e na colheita de alimentos. Sempre preocupado para que tudo desse certo na plantação, pois a vida da família era muito difícil. Dom José Lanza Neto nunca se esqueceu das suas raízes. 

                                "O menino foi crescendo, ficando forte e cheio de sabedoria. A graça de Deus estava com ele", já dizia o evangelista Lucas 2,40.







Por Alberto L. Massabni 




Comentário do Autor e Responsável deste Site:


Apesar de não ser Católico Romano, reconheço o mérito de alguns sacerdotes da Igreja Católica, José Lanza e o padre Thomaz fazem parte desse seleto grupo, e por essa razão dei Eco a postagem de meu nobre colega Alberto Massabni, apenas mudei o título da Postagem " Nosso pastor e grande evangelizador"


.  Minhas discordâncias se limitam ao campo teológico, nada mais.